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Realidade aumentada: entenda o papel do Data Center para o avanço das tecnologias imersivas

Leitura de 6 minutos
31/05/22

Tecnologias imersivas, como a realidade aumentada e a realidade virtual, estão transformando o cenário dos negócios. Nesta seara, as inovações estão sendo vistas como oportunidades para as empresas aprimorarem suas operações e oferecerem aos clientes serviços e experiências únicas.

Hoje, novas aplicações baseadas em realidade aumentada já estão ajudando as organizações a entenderem como usar, manter, atender e atualizar melhor seus sistemas.

Por outro lado, assim como os jogos online, os dispositivos de IoT e os serviços de streaming, a ascensão de aplicações baseadas em tecnologias digitais estão produzindo grandes quantidades de informações. Estas, por sua vez, precisam ser processadas e armazenadas por servidores capazes de suportar o crescente volume no tráfego de dados.

E é por isso que, para viabilizar o uso de tecnologias emergentes, as empresas precisam, mais do que nunca, de uma estrutura de Data Center moderna, que disponha de um serviço de conectividade robusto, com capacidade computacional adequada.

Quer saber mais sobre a realidade aumentada e sua aplicação nos mais variados setores? Leia a seguir:

O que é realidade aumentada?

O Gartner define realidade aumentada como “o uso, ao vivo, de informações na forma de texto, gráficos, áudio e outros aprimoramentos virtuais integrados a objetos do mundo real. E é esse elemento do “mundo real” que a diferencia da realidade virtual. Assim, integra e agrega valor à interação do usuário com o mundo físico, em comparação com uma simulação”.

Desse modo, também pode-se dizer que a realidade aumentada é uma mistura de elementos digitais interativos – como sobreposições visuais, feedback tátil ou outras projeções sensoriais – aplicadas em diversos ambientes do mundo real.

Como exemplo, se você acompanhou, há algum tempo, o burburinho acerca do Pokemon Go, testemunhou a realidade aumentada em ação. Isso porque esse jogo para celular permitiu que os usuários vissem o mundo ao seu redor através das câmeras de seus smartphones, enquanto projetavam na tela itens do cenário e dos personagens.

As sobreposições, então, faziam parecer que esses itens realmente estavam presentes no local onde o usuário estava fisicamente presente. O design do jogo era tão imersivo, que levou milhões de crianças e adultos a andarem (tropeçando distraidamente) pelas ruas do mundo real em busca de prêmios virtuais.

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Realidade aumentada, virtual ou mista: entenda as diferenças

Para entendermos as diferenças entre essas tecnologias imersivas da nova geração, vale a pena nos aprofundarmos um pouco mais no entendimento de suas características principais:

  • A realidade aumentada (RA) – ou augmented reality, no original em Inglês, consiste de um grupo de termos que descrevem formas digitais pelas quais pode-se aprimorar ou substituir o que vemos. Assim, não é exagero dizer que a realidade virtual (RV) e a realidade mista (RM) seriam seus “primos”. Isso porque, quando agrupados, são referidos coloquialm nte como realidade estendida (ou extended reality – XR);
  • Com a realidade virtual, toda a visão do usuário é, normalmente, obscurecida por uma tela, que faz parecer que está inteiramente em outro lugar. Com RA, no entanto, o que se pode ver tem algum tipo de gráfico sobreposto na parte superior para “ampliar” a cena que está sendo visualizada. Os filtros de rosto do Instagram são um exemplo perfeito;
  • Por sua vez, a realidade mista é mais parecida com a RA, exceto pelos objetos do mundo real, com os quais o usuário pode interagir, que são inseridos na “mistura”. Para colocá-la em prática, é necessário instalar sensores no local onde o usuário estiver presencialmente, também compostos por sistemas de rastreamento de olhos, rosto, corpo e mão. É o caso, por exemplo, do tão falado metaverso.

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Cenário

A tecnologia de realidade aumentada vem se provando como uma das principais inovações da era digital, abrindo novos pontos de crescimento para negócios em todo o mundo. Analistas como os da Statista preveem que o mercado de RA aumentará exponencialmente nos próximos anos, chegando a movimentar 198 bilhões de dólares em 2025.

Isso porque o consumo de aplicativos de realidade aumentada para dispositivos móveis têm aumentado em todo o mundo, desde 2016. Nesse cenário, espera-se um salto no total de downloads em todo o mundo, podendo chegar a 5,5 bilhões em 2022 – um aumento drástico em relação aos números de 2016, que chegaram a pouco mais de um bilhão.

Com a crescente adesão de tecnologias como a realidade aumentada em nossa vida cotidiana, seu potencial como acelerador da evolução da humanidade não pode ser negado. Por isso, é importante ressaltar que a influência da RA se estende para muito além dos games online.

Embora os jogos ainda tenham a maior participação nas receitas do setor e continuem sendo um impulsionador relevante da massificação da RA, usos práticos em saúde, engenharia e comércio continuarão ganhando força. Com um grande mercado a se explorar, oferecer ao cliente final experiências baseadas em RA também pode ser uma vantagem competitiva em setores como o varejo de moda.

O setor imobiliário e o corporativo também estão se beneficiando de soluções de RA. A pungente tendência do ‘metaverso’, inclusive, ajudará a acelerar a hibridização do trabalho e reuniões virtuais, além de permitir o aumento da eficiência no escritório, proporcionando interações mais imersivas e interativas aos colaboradores.

E, para prosperar, estas novas aplicações dependem da conectividade suportada pela estrutura de rede dos Data Centers.


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O futuro com a realidade aumentada

À medida que a empresa se esforça para otimizar o uso de tecnologias digitais, como a realidade aumentada, é importante reconhecer o papel que o Data Center desempenha no suporte a ela.

Do ponto de vista da infraestrutura, velocidade e conectividade estável são essenciais. Por isso, é tão frequente associar-se o avanço das aplicações baseadas em realidade aumentada com o 5G – que, entre outros atributos, traz a promessa de uma conexão de internet de baixíssima latência.

Como exemplo, podemos mencionar a área da saúde. Imagine que, em um treinamento médico, com profissionais fisicamente reunidos em diversas localidades do planeta, não se pode esperar que a equipe treine para procedimentos de alto risco se a tecnologia travar ou congelar no meio da operação.

Quer o usuário precise ou não carregar fisicamente os dados, o fato é que é necessário uma conexão em tempo real com essas informações para que a RA funcione.

Além disso, à medida que os volumes de dados continuam a explodir, as organizações serão obrigadas a processar e a registrar informações de maneiras mais efetivas. Nesse sentido, a computação de alto desempenho permite que mais dados e processamento sejam executados em um espaço de rack normal.

Assim, Data Centers poderão fornecer o nível de energia necessário e, ao mesmo tempo, condições adequadas de resfriamento dos servidores. Aqui, o dimensionamento das operações de Data Center em instalações de Colocation se destaca como uma solução rápida e fácil para que as empresas possam lidar com a demanda adicional.

Por esse motivo, é altamente recomendável que os gestores de redes desenvolvam uma parceria sólida com um provedor certificado e especializado em serviços de Data Center, como a ODATA. Desse modo, sua infraestrutura estará habilitada a suportar não apenas os requisitos atuais, mas terá a capacidade de escalar a operação de maneira fluida, à medida que a tecnologia continuar a evoluir.


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