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Inteligência Artificial e os Data Centers neutros: como apoiam a evolução dos negócios

Leitura de 7 minutos
14/10/21

Com a chegada da quinta geração de telefonia móvel ao Brasil, o 5G, o uso de tecnologias disruptivas tende a ser cada vez mais amplo e recorrente. A Inteligência Artificial (IA), por exemplo, poderá ser aplicada com maior frequência e efetividade em nosso dia a dia, uma vez que demanda a transmissão de um grande volume de dados.

E somente um serviço de internet ágil, com baixa latência, será capaz de suportar o uso desse tipo de abordagem. Nesse contexto, o investimento em recursos baseados em IA tem potencial para alavancar o crescimento de diferentes negócios, contribuindo para o desenvolvimento de países inteiros. 

No entanto, para que essa evolução seja real e significativa, é preciso planejar o desenvolvimento de uma infraestrutura tecnológica capaz de sustentá-la. Estamos falando aqui de elementos essenciais no momento em que vivemos, como os Data Centers neutros, as soluções em nuvem e a conectividade em si.

E é exatamente sobre a combinação de todos eles que falaremos a seguir.

Quer saber como a sua empresa pode obter resultados relevantes nesse contexto? Siga conosco na leitura deste artigo e entenda como tais serviços possibilitam a implementação de soluções inovadoras, colaborando diretamente para a aceleração do desenvolvimento do país.

Evolução: como a Inteligência Artificial e outras tecnologias disruptivas impulsionam os negócios

Até o final de 2024, segundo previsão da consultoria Gartner, a receita mundial da infraestrutura de 5G crescerá 39%, totalizando US$ 19,1 bilhões em 2021 (ante os US$ 13,7 bilhões registrados no ano passado). Esse avanço irá suportar o uso massivo e a evolução de métodos disruptivos, tais como Internet das Coisas (ou IoT, sigla de Internet of Things) e Inteligência Artificial.

Neste último caso, de acordo com uma análise publicada pela McKinsey, “a Inteligência Artificial permite melhorias de desempenho em diferentes tipos de sistemas, sobretudo quando falamos em máquinas autônomas”.

Devido à sua baixa latência e à alta confiabilidade, a nova geração de internet móvel, por sua vez, é capaz de aprimorar análises remotas em tempo real. Além disso, diminui o tempo de treinamento e implementação de sistemas, projetos e maquinários, sobretudo porque os algoritmos ligados ao conceito podem ser treinados e implantados em questão de semanas.

Desse modo, a evolução no uso de recursos baseados em Inteligência Artificial oferece uma nova perspectiva bastante promissora a diversos tipos de negócios. 

Em resumo, temos aqui três conceitos importantes para que esta situação possa ocorrer de forma prática:

  • 5G: é a nova geração de internet móvel, muito mais ágil e com baixíssima latência;
  • Big Data: volume de dados a ser processado e estudado, por meio de soluções de Analytics;
  • Inteligência Artificial: programação que sustenta os dispositivos inteligentes, capazes de otimizar os negócios.

De acordo com o relatório Research Insights, do IBM Institute for Business Value (IBV), “estamos vivendo uma nova e decisiva era, na qual os avanços em diversas áreas tecnológicas, especificamente no 5G e na IA, estão se unindo para mudar o mundo”

Essas tecnologias têm o potencial de alterar a maneira como os consumidores se comunicam, consomem conteúdo, trabalham e interagem com o meio ambiente. Estão prontas para mudar a dinâmica das indústrias, dentro e fora das telecomunicações”.

Fonte: IBM Institute for Business Value (IBV)
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Avanços impulsionados pelas novas tecnologias promovem crescimento

Segundo definição do Gartner, a Inteligência Artificial aplica análises avançadas e técnicas baseadas em lógica, incluindo o aprendizado de máquina (ou machine learning, como é conhecido o termo em Inglês), para interpretar situações, apoiar e automatizar decisões e realizar ações.

Por isso, está atrelada à evolução dos negócios. E ao ser aplicada em maior escala, tal tecnologia possibilita avanços em diferentes frentes. Para se ter uma ideia, somada à IoT, é considerada a base de sustentação da Indústria 4.0. 

Tal conceito consiste na aplicação de automação e de tecnologia da informação à produção industrial, permitindo que as máquinas desempenhem funções extremamente complexas.

Algumas das possibilidades reais:

  • Aumento da performance e da segurança de equipamentos autônomos;
  • Atendimento eletrônico mais eficiente e robusto, adaptado ao perfil e às necessidades de cada consumidor;
  • Maior capacidade de geração de insights para os negócios, orientando a tomada de decisões estratégicas;
  • Eficiência na operação e no monitoramento remoto;
  • Capacidade mais expressiva de captar e analisar os dados gerados pelos dispositivos utilizados.

Com isso, o uso de Inteligência Artificial em maior escala dá espaço a um alto potencial para a quebra de paradigmas em diferentes setores, proporcionando a oferta de serviços com um desempenho cada vez melhor. Nesse sentido, viabiliza a oferta de experiências personalizadas e exclusivas.

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Data Centers: o que muda com o uso exponencial de Inteligência Artificial

Uma vez que a geração de dados tende a crescer significativamente ano a ano, a demanda por mais capacidade dos Data Centers será impulsionada. Daí a importância da empresa dispor de estruturas robustas e preparadas para suportar esse volume. 

Um dos elementos centrais nesse contexto é, sem dúvidas, a conectividade disponível nesse tipo de instalação. Isso porque, mediante ao crescimento exponencial da datasfera global, é preciso assegurar que a infraestrutura de dados da empresa é suficientemente capaz de suportar a operação de sistemas, programas, softwares e dispositivos em rede, sem qualquer tipo de interrupção.

Nesse sentido, uma estratégia apontada como promissora é o investimento em Data Centers neutros (ou carrier neutral, como também são conhecidos). Trata-se de um Centro de Dados que não está vinculado, de modo exclusivo, a qualquer provedor de serviços, como operadoras de telecomunicações e provedores de internet. Por esse motivo, tal configuração assegura maior diversidade e flexibilidade aos contratantes.

Em especial, o motivo reside no fato de a instalação estar interconectada a diversas operadoras, evitando indisponibilidades e facilitando eventuais trocas da rede de internet, por exemplo, de modo quase que imperceptível ao usuário final. Ou seja, trata-se da entrega de um serviço de internet que funciona de modo independente, uma vez que não está submetido a qualquer provedor exclusivo.

E mais: a robustez da conectividade fornecida no Data Center é ampliada quando há ligações diretas aos serviços alocados em nuvem. Neste caso, a conexão provida pelo fornecedor da cloud potencializa a largura da banda do link de internet e facilita a comunicação entre ambas as estruturas, permitindo um alcance de desempenho ainda mais elevado.


LEIA MAIS: saiba porque os Data Centers neutros são essenciais com a chegada do 5G e o uso de IA


E o Colocation?

A maior parte dos serviços de Colocation é nativamente neutra, justamente para entregar a alta disponibilidade que os clientes procuram. Todos os Data Centers da ODATA, por exemplo, são carrier neutral. Ou seja, oferecem diversas opções de conectividade aos contratantes. 

Tal capacidade implica em uma série de benefícios, como redundância, tempo de atividade ideal e otimização de custos. Aliás, são três características essenciais para quem precisa avançar na modernização de sua infraestrutura tecnológica, buscando a terceirização para um provedor especializado.

Além disso, a solução de conectividade oferecida pela ODATA possibilita a conexão de vários pontos na América Latina. Essa característica, por sua vez, garante o acesso aos serviços das principais operadoras de telecomunicações.


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Conclusão

A chegada do 5G impulsionará o uso de tecnologias disruptivas, como a Internet das Coisas e a Inteligência Artificial. Essa adoção mais consistente e constante de soluções baseadas nessas abordagens traz implicações positivas aos negócios: assegura maior eficiência e inteligência, além de viabilizar o uso de dispositivos capazes de gerar e capturar dados com maior facilidade.

Consequentemente, o aumento exponencial no tráfego dessas informações exige mais dos das infraestruturas de conectividade, da cloud computing e dos Data Centers em si. Estes últimos, por sua vez, precisam ser neutros em operadora para possibilitar um serviço estável e resiliente, sem interrupções.

Tal característica é um fator determinante para o sucesso das operações na nova era digital.

Na ODATA, a conectividade dos Data Centers foi planejada para viabilizar o tráfego de volumes de dados cada vez maiores, o que inclui roteadores de borda com altíssima capacidade.

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