Redundância de Data Centers mais segurança e estabilidade para sua empresa

Redundância de Data Centers: mais segurança e estabilidade para sua empresa

Leitura de 7 minutos
15/04/21

A redundância de Data Centers é um dos principais requisitos para que a estrutura de rede corporativa de qualquer organização possa operar com tranquilidade, segurança e eficiência.

Isso porque a indisponibilidade de serviços pode impactar diretamente a saúde financeira da empresa, bem como a produtividade da equipe e a proteção das informações.

Essa premissa fica ainda mais evidente durante a pandemia de Covid-19, que obrigou a maior parte das empresas a adotarem o modelo de trabalho remoto em larga escala.

Essa flexibilidade exigiu não apenas a modernização do parque tecnológico de companhias dos mais diversos tamanhos mas, principalmente, robustez e estabilidade das redes corporativas, para que possam suportar volumes crescentes no tráfego de dados.

Assim, a composição de uma arquitetura híbrida, composta por diferentes estruturas e serviços de Data Centers, vem sendo considerada mandatória no universo corporativo.

E, nesse cenário, o Colocation aparece entre os modelos mais recomendados, justamente por proporcionar disponibilidade e agilidade à rede corporativa, de acordo com a consultoria McKinsey

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Vale a pena investir em uma estrutura reduntante?

A matemática é simples: quando um sai do ar por algum motivo, o outro logo entra em operação, para evitar a queda da rede (downtime) e a consequente paralisação das operações. Esse processo é conhecido como redundância de Data Centers.

Redundância é a duplicação de dados ou sistemas, a adoção de equipamentos de backup ou o uso de links capazes de assumir imediatamente infraestruturas que, por algum motivo, falharam.

FONTE: GARTNER

Para isso, a empresa precisa contar com uma segunda estrutura de Data Centers instalada em um local diferente do centro de dados primário, mas composta pelos mesmos sistemas e dados do primeiro.

Assim, funciona como um grande – e protegido – backup, dedicado a evitar indisponibilidades, falhas, perdas, danos ou invasões cibernéticas, permitindo que os colaboradores acessem os arquivos em tempo real (com a mudança de rede quase imperceptível).

Na prática, o termo ‘redundância’ trata de uma duplicação de estrutura, que pode ser de sistemas, softwares, dados e redes. Aqui, estamos tratando da operação de Data Centers, mais especificamente à luz de uma operação de Disaster Recovery.

Recentemente, por exemplo, um dos maiores Data Centers da França (com 500 metros quadrados) foi destruído por um incêndio. Todos os equipamentos se perderam nas chamas, deixando um prejuízo grande para bancos, e-commerces e provedores de e-mail (que ficaram horas fora do ar).

Certamente não trabalharam adequadamente a redundância de suas operações.

Por que assegurar a redundância de Data Centers é essencial

Com os avanços de tecnologias de hardware, software e da cloud computing, as empresas têm, hoje, uma infinidade de possibilidades à disposição. Aliás, por serem bem diferentes, proporcionam diferentes camadas de segurança à sua estratégia de redundância de Data Centers.

Serviços externos de colocation, provedores de nuvem, Edge Computing e Internet das Coisas (IoT) estão sendo adicionados à infraestrutura de Data Centers tradicionais”.

Fonte: Gartner

Como exemplo, quando houver alguma indisponibilidade do serviço de nuvem, por exemplo, não haverá uma queda do sistema. Basta que a mudança para os servidores físicos seja feita automaticamente. Ou seja, sempre haverá uma opção para evitar o downtime e seus consequentes prejuízos.

No caso do Colocation, a redundância aparece entre os seus pilares. E um dos principais motivos é a alta disponibilidade propiciada por uma infraestrutura monitorada constantemente, com todas as condições adequadas para oferecer um serviço contínuo. 

Não haverá, por exemplo, quedas de energia, danificação de equipamentos ou baixa conectividade. Os provedores do modelo se responsabilizam pelo fornecimento desses insumos, com múltiplas fontes, geradores próprios, diversas conexões e sistemas de backup.

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Tipos de redundância

A estratégia deve permear toda a companhia. Afinal, indisponibilidades podem comprometer gravemente a operação. E aqui entra a inteligência que deve ser aplicada à infraestrutura de TI. É importante prever a redundância de:

  • Dados: por isso, a redundância de Data Centers é primordial. Armazenar tudo em um só local não é recomendado. Cabe às equipes responsáveis duplicar as informações para evitar problemas;
  • Sistemas: softwares e demais ferramentas utilizadas no dia a dia de trabalho devem ser duplicadas para evitar perdas e indisponibilidades;
  • Fontes de energia: a continuidade de serviços críticos das companhias necessita de uma alta disponibilidade das fontes de energia. Ou seja, é preciso prever o uso de nobreaks, baterias ou outras fontes alternativas.
  • Redes: é fundamental contratar mais de um serviço de internet, sobretudo de operadores diferentes.

Por isso, deve haver um planejamento estratégico específico para assegurar a redundância dos itens mencionados acima. Cabe às equipes responsáveis a análise e a contratação de serviços, estruturas e plataformas complementares.

O Colocation como uma das opções mais indicadas

A redundância de Data Centers, seja para backups ou como solução para planos de Disaster Recovery, tem ganhado papel de destaque no universo corporativo. Isso porque, assim como as tecnologias, os “desastres” também evoluíram, ganhando novas possibilidades e versões.

Antes voltada apenas à contingência de tragédias, como incêndios e alagamentos, esse tipo de estratégia agora também estabelece critérios para as ações que devem ser tomadas pelas empresas em caso de roubos e invasões cibernéticas.

E, neste sentido, a curva de ataques só tende a aumentar. A pandemia de Covid-19, por exemplo, fez crescer exponencialmente os incidentes. Somente no primeiro mês de isolamento social, em março de 2020, esse tipo de crime teve uma alta de 131%. O Gartner o considera, inclusive, como um dos principais riscos para os negócios.

Blindar a organização, adotando um serviço estável como o Colocation, também é uma forma de prepará-la para o futuro. Para se ter uma ideia, a consultoria Gartner apontou o trabalho remoto como uma das grandes tendências para 2021, sendo responsável por minimizar possíveis crises.

A eficiência operacional depende, portanto, de investimento em infraestrutura replicada (física e virtualizada). Sempre que algum sistema ou equipamento falhar, outro começará a funcionar imediatamente. Sendo assim, não haverá interrupção dos serviços e das operações.


LEIA MAIS: Como o colocation ajuda a reduzir custos e a aumentar a disponibilidade de TI


Outras vantagens do Colocation

Além da disponibilidade, o serviço conta com benefícios específicos, especificados pela Forrester Research em uma pesquisa sobre o futuro dos data centers. 

Destacamos alguns a seguir:

  • Baixa manutenção: o monitoramento dos ambientes é constante – e feito por técnicos especializados, o que reforça a eficiência do serviço;
  • Economia: ao liberar as equipes de TI desse tipo de trabalho, a companhia consegue reduzir drasticamente os custos. Além disso, como já há uma infraestrutura preparada, não é preciso investir em hardware nem em ambientes apropriados;
  • Sustentabilidade: provedores do serviço costumam ter estratégias para o descarte adequado dos equipamentos, evitando danos ao meio ambiente;
  • Escalabilidade: é possível realizar modificações na contratação sempre que houver demanda;
  • Suporte 100% disponível: os serviços de Colocation costumam possuir equipes preparadas para atender às companhias sempre que preciso. Ou seja, haverá técnicos especializados prontos para solucionar problemas e demandas;
  • Infraestrutura de topo: todos os equipamentos utilizados são atuais e foram escolhidos justamente para este fim, o que amplia a produtividade e a eficiência do serviço;
  • Segurança: por ser uma infraestrutura já pensada para as empresas, conta com todas as camadas de segurança necessárias para evitar problemas relacionados a roubos de informações ou invasões. Além disso, são monitoradas frequentemente, o que resguarda justamente todas as informações depositadas no local; 
  • Opção consolidada: a Forrester apontou, inclusive, que o Colocation é um modelo cada vez mais reconhecido pelos benefícios que oferece às organizações. Um importante indicador, que pode orientar as equipes de TI em momentos de dúvida.

Conclusão

Como vimos, a redundância de Data Centers é fundamental para evitar indisponibilidades capazes de prejudicar o negócio como um todo. Muitas vezes, os danos podem ser irreversíveis. Por isso, apostar em uma arquitetura híbrida, composta por diferentes modelos e serviços, é essencial para a robustez das infraestruturas de TI. 

E, neste sentido, devido à alta disponibilidade e à redundância de insumos para o seu funcionamento, o Colocation é uma das opções mais recomendadas para compor essa base.


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