Data centers de Colocation potencializam vantagens de IoT e Big Data

Data Centers de Colocation potencializam IoT e Big Data; entenda

Leitura de 7 min
31/03/21

IoT e Big Data são, hoje, a base da evolução de muitos negócios. Enquanto a primeira permite que dispositivos funcionem integrados, em rede, captando dados, a segunda possibilita uma análise em larga escala dos mesmos.

Tais informações costumam ser utilizadas como insumos importantes para a tomada de decisões, para orientar o direcionamento de campanhas e aumentar a produtividade das equipes de trabalho, entre outras finalidades.

Ambos os conceitos, entretanto, exigem muito dos Data Centers. Isso porque, quanto mais informações são geradas, mais espaço será necessário para acomodá-las.

Por isso, provisionar uma arquitetura híbrida e consistente é primordial para as empresas. Dessa forma, garante-se disponibilidade, eficiência e escalabilidade.

Neste artigo, explicaremos justamente como IoT e Big Data necessitam de uma infraestrutura robusta e porque o modelo de Colocation é recomendado nesse contexto.

Siga conosco e aproveite a leitura.

IoT e Big Data: cresce a geração de dados e a demanda por conectividade

Uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner mostrou que 47% das companhias pretendem investir em IoT (sigla de internet of things – ou internet das coisas, em Português) devido à eficiência da abordagem e aos resultados financeiros, que costumam ser mais ágeis do que os registrados em outras soluções ligadas à TI.

E, à medida que há mais dispositivos conectados, um volume maior de dados é gerado e analisado.

Atualmente, as tecnologias digitais da nova geração, tais como IoT e Big Data, estão presentes em todos os setores, o que exige mais – em termos de disponibilidade e capacidade de processamento – da trama de Data Centers de determinada empresa.

Um dos principais motivos é, justamente, o fato de ambos demandarem soluções de mobilidade. Ou seja, precisam de uma estrutura que não se limite aos espaços físicos da organização, já que vão muito além do alcance dos servidores locais.

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E como se dá esse processo?

Pense no caso de sistemas de monitoramento em cidades inteligentes, por exemplo. Sensores são espalhados em diferentes localidades, demandando um suporte mais abrangente.

Devido a essa alta complexidade e ao volume de informações, tornou-se um desafio idealizar uma arquitetura acessível e capaz de proporcionar uma baixa latência. No entanto, as equipes de TI têm, à disposição, soluções capazes de assegurar disponibilidade e alta performance.

Por esse motivo, as companhias devem ter em mente que tal cenário exige o provisionamento de uma infraestrutura robusta e, consequentemente, menos sujeita a falhas. Isso porque a base de tecnologias como IoT e Big Data é, justamente, uma excelente conexão de rede, uma vez que ambos necessitam de um ambiente que funcione sem interrupções.

Neste sentido, as equipes de TI têm, à disposição, diversas soluções capazes de assegurar disponibilidade e alta performance em seus Data Centers. Entre elas, o Colocation.

Capturar dados para analisar comportamentos é uma das principais tendências para 2021 e ajudará, inclusive, as empresas a saírem de possíveis crises”.

Fonte: Gartner

Colocation fundamenta estruturas para adoção de IoT e Big Data

As soluções em nuvem são imprescindíveis em um mundo conectado, que vive entre a IoT e o Big Data.

Segundo o próprio Gartner, a cloud computing, somada às duas abordagens, tem grande potencial para reduzir a incidência de crises e potencializar a produtividade.

No entanto, ambas exigem meios específicos para acesso instantâneo, transporte rápido de dados e recursos confiáveis. Tal combinação é, sem dúvidas, a base de toda operação móvel. Afinal, segundo a pesquisa TIC Domicílios, há 134 milhões de pessoas conectadas somente no Brasil.

O consumo em grande escala implica em uma troca e em um armazenamento de informações muito maior. Por esse motivo, é cada vez mais latente a necessidade de investir em infraestruturas robustas, capazes de suportar as demandas.

Para que isso aconteça, porém, é essencial ter um servidor que encurte as distâncias. Ou seja, os equipamentos devem estar situados em locais estratégicos entre os elementos envolvidos na comunicação: dispositivos, plataformas que
realizam a análise dos dados e os usuários finais.

Colocation: posicionamento estratégico para as carriers e passagem de fibra

Uma infraestrutura de Data Centers bastante recomendada para empresas que já estão se valendo dos benefícios de tecnologias modernas, como IoT e Big Data, é o Colocation. Sobretudo, devido à multiplicidade de serviços que os provedores especializados podem oferecer, conforme destacou a consultoria McKinsey neste estudo.

Além disso, a flexibilidade para gerenciar grandes volumes de dados.

É o caso de hospitais, indústrias, cadeias de suprimento, redes de energia e cidades inteligentes, por exemplo. Tais modelos de negócio costumam ter grande atuação, muitas vezes espalhada em pontos distintos, o que demanda uma malha capaz de ligar todas as extremidades.

Trata-se de uma malha interconectada, composta por hubs internacionais e regionais. Quando há servidores mais próximos, em espaços taticamente identificados, a comunicação é mais ágil.

Além disso, os serviços costumam ser econômicos, sobretudo porque as taxas pagas pela conectividade são inferiores justamente devido aos recursos que demandam para operar.


LEIA MAIS: Gartner destaca 6 tendências que afetarão as áreas de infraestrutura e operações de TI em 2021


Arquitetura híbrida

O Colocation não é o único modelo interessante para negócios que se valem dos benefícios da IoT e do Big Data. É essencial idealizar uma arquitetura híbrida, composta por soluções capazes de atender a exigências plurais.

Alguns dos objetivos mais buscados pelas companhias são, hoje, redução da latência, respostas mais rápidas de aplicativos, gerenciamento qualificado, monitoramento e múltipla disponibilidade de conectividade.

Ao combinar diferentes provedores, como Colocation e nuvem, por exemplo, as organizações podem distribuir as cargas de trabalho de acordo com as suas necessidades. No caso da IoT, conseguem transferir dados coletados de sensores, por exemplo, a servidores mais próximos.

O resultado principal é a agilidade na entrega dos serviços, potencializando a eficiência dos negócios.

Um provisionamento inteligente de recursos é essencial no contexto atual, sobretudo porque a quantidade de pessoas e dispositivos conectados, captando e gerando dados, tende a crescer.

E a chegada do 5G, por exemplo, e de outras tecnologias exigirá mais da malha existente. Portanto, é preciso se preparar adequadamente.


LEIA MAIS: O futuro do seu Data Center é híbrido


Multiplicidade de empresas

A localização é o ponto de partida para as decisões relacionadas aos data centers das empresas. Isso porque, caso os seus colaboradores estejam concentrados em um ambiente, por exemplo, o cenário é um. No entanto, se houver diversas filiais, as necessidades mudam.

O modelo de Colocation, por sua vez, permite que as companhias tenham data centers próximos de onde desejam, sem a necessidade de investir na construção e na manutenção de infraestruturas do gênero.

Aliás, de acordo com um estudo realizado pela Forrester Research, esse é um de seus grandes benefícios. Tais espaços contam com configurações planejadas detalhadamente para manter os equipamentos bem acondicionados.

Além disso, contam com conectividade robusta, composta por conexões de diferentes operadoras. Sendo assim, se algum serviço cair, o outro assumirá rapidamente, assegurando a disponibilidade das operações.

Trata-se de uma malha capaz de suportar o fluxo contínuo de dados, sem paralisações que poderiam ocasionar perdas irreparáveis para as companhias. Planejá-la com inteligência é um passo imprescindível no processo de transformação digital das companhias.


LEIA MAIS: Local, Colocation e Cloud: entenda como otimizar a conectividade entre os modelos


Conclusão

Como vimos, a IoT gera os dados e o Big Data os analisa. E, para isso, grandes volumes de informação são gerados, enviados e armazenados diariamente.

A Cisco prevê, por exemplo, que até 2023 as conexões M2M (machine to machine) representem metade dos dispositivos globais conectados. Trata-se de um salto de 50% (na comparação com o último dado, levantado em 2018). Haverá, segundo a companhia, 14,7 bilhões de conexões do gênero até 2023.

Encurtar a distância entre a cadeia que gera, movimenta e avalia esses dados é essencial para dar agilidade às operações, reduzindo a latência.

E, nesse sentido, o Colocation ganha destaque justamente por permitir o uso de servidores em locais estratégicos, próximos das empresas, e com as condições mais adequadas, sem exigir grandes investimentos iniciais para o desenvolvimento de uma infraestrutura própria..


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