Tendências de futuro do Trabalho do Gartner

Gartner aponta três tendências que impactarão o futuro do trabalho

Leitura de 7 min
25/11/20

O ano de 2020 fez com que o mundo reavaliasse suas prioridades para o futuro do trabalho – que, definitivamente, será cada vez mais digital.

Com isso, as movimentações no perfil profissional refletem uma clara aceleração de tendências disruptivas, além do surgimento de motores de transformação absolutamente inesperados. 

Para ajudar as empresas a se prepararem para esse cenário, o Gartner acaba de divulgar as três principais tendências do futuro do trabalho no mundo pós-Covid-19, para 2021. Entre elas, destacam-se:

  • a priorização de habilidades tecnológicas, críticas para a sobrevivência na era digital
  • a automação de atividades rotineiras por meio de tecnologias da nova geração, como a Inteligência Artificial; e o
  • modelo de trabalho híbrido, com a força de trabalho distribuída.

E com um maior uso de ferramentas digitais, como videoconferências e aplicações de monitoramento para gerenciar remotamente as cargas de trabalho, os Data Centers se consolidarão, cada vez mais, como serviços essenciais na continuidade das operações.

Mas como garantir que sua infraestrutura digital suportará tamanho volume de acessos nos próximos meses? 

Acompanhe a leitura e saiba mais sobre esse movimento.

Porque as tendências de futuro do trabalho são relevantes para o seu negócio?

O futuro do trabalho foi destacado como uma das prioridades de um terço dos entrevistados na pesquisa Top HR Priorities Report, conduzida entre junho e agosto de 2020 pelo Gartner. No entanto, 62% deles afirmaram que sua empresa ainda não tem uma estratégia explícita para isso.

Em 2020, organizações em todo o mundo experimentaram um aumento repentino de colaboradores remotos. Durante essa mudança, a automação das equipes, a destreza digital e o trabalho híbrido proporcionaram um valor de negócios significativo. E além de um crescimento de receita, ajudaram na continuidade das operações”, analisou Rashmi Choudhary, principal analista de pesquisa do Gartner

De acordo com o relatório, a pandemia da COVID-19 terá um efeito duradouro no futuro do trabalho, acelerando certas tendências. 

Daqui para a frente, a dependência da tecnologia para promover a colaboração e o senso de pertencimento, de modo que os trabalhadores remotos se mantenham conectados e engajados no ‘novo normal’, será mais importante do que nunca

Rashmi Choudhary,
principal analista de pesquisa do Gartner

Desse modo, a partir de 2021, veremos ainda mais profissionais operando remotamente, além do aumento do uso de dados de funcionários para a criação de novos padrões. Ou seja: uma empresa poderá se distinguir como marca empregadora de primeira linha, com base em sua resposta à crise.

Conheça, agora, as três principais tendências de futuro do trabalho apontadas pela consultoria para 2021:

#1. Automação com Inteligência Artificial será o padrão no futuro do trabalho 

Já é possível perceber como a Inteligência Artificial (IA) está automatizando o trabalho rotineiro nas empresas, permitindo ao colaborador direcionar seu foco para atividades de maior valor.

E esse movimento será difundido em larga escala no futuro do trabalho, já que a tecnologia tem o potencial de automatizar um grande volume de tarefas rápidas, conhecidas e repetíveis. 

Espera-se que a implementação de tecnologias de IA e de automação de processos robóticos (RPA) nas companhias se acelere nos próximos anos. Com isso, o Gartner prevê que a receita global de softwares RPA aumentará 19,5% em 2021 e continuará a crescer a taxas de dois dígitos até 2024.

Assim, a Inteligência Artificial promoverá incursões, em muitos aspectos, de tarefas não rotineiras e cognitivas realizadas por ‘trabalhadores do conhecimento’. 

Poucas funções serão substituídas por Inteligência Artificial, mas tarefas de todo tipo sofrerão algum nível de automação.

Nesse caminho, as organizações que adotarem uma combinação de humanos e máquinas, complementando as capacidades umas das outras, permitirão a realização de trabalhos de maneira mais eficaz.

Como consequência, esse movimento rapidamente se sobressairá em relação aos resultados alcançados por especialistas humanos, ou por máquinas habilitadas para IA, trabalhando sozinhos.

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#2. No futuro do trabalho, a destreza digital será ainda mais crítica

À medida que as organizações aceleram suas iniciativas de transformação digital, será imperativo contar com uma forte força de trabalho digitalmente hábil para construir sua vantagem competitiva.

Assim, de acordo com a recomendação do Gartner, os líderes devem ajudar os colaboradores a se capacitarem e a adotarem rapidamente novas tecnologias.

Além disso, será preciso investir em algoritmos e programas de treinamento bem estruturados, capazes de identificar as habilidades e competências de cada profissional, para melhorar sua destreza digital.

“As habilidades são descritas como a nova moeda para o talento. São um elemento fundamental para o gerenciamento da força de trabalho em qualquer setor” , alertou a principal analista de pesquisa do Gartner, Rashmi Choudhary. “A detecção e avaliação aprimorada e automatizada de competências permitirá uma agilidade organizacional significativamente maior ”.




#3. Trabalho híbrido com a força de trabalho distribuída

De acordo com o Gartner, 48% dos funcionários continuarão trabalhando remotamente após a pandemia, em comparação com os 30% do ‘mundo pré-pandêmico’.

A COVID-19 acelerou essa tendência, forçando muitas organizações a transferirem uma grande proporção (senão toda) de suas equipes para o modelo remoto. Ao fim do período de isolamento, veremos mais profissionais preferindo trabalhar remotamente do que antes

Rashmi Choudhary,
principal analista de pesquisa do Gartner.

Dessa forma, veremos empresas expandindo sua população de trabalhadores híbridos, para permitir maior flexibilidade no gerenciamento da força de trabalho. E esse movimento será benéfico tanto para redução de custos quanto para lidar com ausências temporárias decorrentes da doença. 

Com isso, já há um crescente interesse em plataformas de trabalho remoto de última geração, buscando melhorias no gerenciamento do tempo, controles de presença e gerenciamento de ausências, além de gestão de tarefas de equipes híbridas.

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O papel dos Data Centers no futuro do trabalho

Dadas essas tendências, não podemos deixar de falar sobre as funções que a conectividade e os Data Centers desempenharão nesse cenário de futuro do trabalho. A primeira questão, é claro, se resume ao tipo de infraestrutura que a organização está utilizando. 

Uma instalação privada, que gerencia a infraestrutura da empresa em um Data Center local, certamente enfrentará desafios diferentes de um Data Center em Colocation ou em Cloud, por exemplo.

Isso porque, como soluções virtualizadas, transferem grande parte da responsabilidade de gerenciar essa pilha de TI para um provedor especializado.

Em ambos os casos, os Data Centers virtualizados se consolidaram como estruturas cruciais para habilitar o modelo de trabalho híbrido. Isso ocorre porque servem como ponto central de acesso para dados e aplicações de negócios essenciais, suportando a colaboração entre equipes presenciais e virtuais. 

Consequentemente, quando os funcionários remotos se conectam à rede corporativa, utilizam ativos localizados em um ambiente de Data Center, independentemente do lugar em que ele esteja alocado.

E ao tornar esse processo o mais simplificado e seguro possível, as organizações podem obter o máximo em termos de desempenho e produtividade.



Supere os desafios do futuro do trabalho com o Colocation

Para empresas que procuram explorar o potencial do modelo de trabalho híbrido, os Data Centers em Colocation serão, cada vez mais, uma necessidade latente no futuro do trabalho.

Isso porque, ao aproveitar uma infraestrutura segura e confiável, com conectividade neutra e robusta, poderão deixar de fazer (ou de manter) investimentos em instalações próprias.

Ao mesmo tempo, facilita a eliminação do escritório físico, já que todos os colaboradores poderão fazer login em sistemas hospedados em servidores remotos nesse Data Center. Assim, elimina a necessidade de que os profissionais se mantenham em um local fixo.

E à medida que as organizações buscam obter mais benefícios do ambiente de trabalho virtual, os serviços fornecidos por provedores de colocation como a ODATA, combinados a ambientes de nuvem híbridos, certamente se tornarão mais centrais para sua estratégia de TI. 

Desse modo, o colocation oferece a flexibilidade necessária para acelerar a transformação digital. Com o trabalho remoto crescendo a cada ano, as empresas que alinharem suas redes de TI com essas necessidades estarão em uma posição sólida para se manterem competitivas no futuro.


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