Colocation e data centers crescem durante a crise

Entenda por que o Colocation vem crescendo durante a crise da COVID-19

Leitura de 6 min
28/06/20

Garantir que a infraestrutura de TI esteja pronta para suportar o repentino aumento de acessos remotos tem sido um dos principais desafios desde o início da pandemia.

A verdade é que as organizações não estavam preparadas para suportar transações 100% digitais por um longo período de tempo. Home Office, comércio eletrônico, cadeia de suprimentos, segurança… a maior parte das operações foi exposta a demandas esmagadoras, gargalos e pontos de falha.

E assim, a continuidade e a estabilização dos negócios se tornaram, subitamente, a prioridade de todos.

E o modelo de trabalho à distância já dá sinais de que chegou para ficar, mesmo no pós-crise. Em um relatório divulgado em abril deste ano, 74% dos CFOs entrevistados pelo Gartner afirmaram que pretendem transferir parte de seus funcionários para o modelo permanentemente remoto.

Nesse cenário, o que é preciso fazer para garantir a estabilidade dos Data Centers, tão demandados diante do aumento do tráfego nas redes e do volume de dados?

A migração de estruturas locais para o modelo de Colocation tem se consolidado como tendência, especialmente quando se fala em conectividade de rede.

Entenda porquê.

O papel dos Data Centers 

A experiência da Covid-19 mudou a forma como trabalhamos e, sem dúvida, terá consequências a longo prazo na maneira como trabalharemos e gerenciaremos no futuro“.

Mark Smith,
decano da Grenoble École de Management

Conforme a pandemia muda a forma como fazemos negócios, executivos de TI e Operações também repensam a velocidade da transformação digital em suas empresas, considerando o papel que as tecnologias avançadas seriam capazes de desempenhar no futuro dos negócios. 

Fato é que a quarentena tem pressionado processos e sistemas legados para muito além de sua potencialidade máxima, expondo ineficiências e a alta dependência do processamento manual. Da mesma maneira, a demanda por capacidade de TI continua a crescer exponencialmente.

Essa condição torna os Data Centers recursos vitais para a disponibilidade dos sistemas corporativos e, principalmente, para a manutenção da conectividade. Isso faz com que, proporcionalmente, exijam-se abordagens mais padronizadas e industrializadas para a construção dessas estruturas.

Em meio a essa avalanche, o Colocation se destaca como uma das soluções mais eficientes – tanto estrutural quanto financeiramente – para que as organizações permaneçam conectadas e evoluam de forma segura.

Estabilidade dos sistemas no Colocation

Como premissa, provedores especializados em serviços de Colocation como a ODATA se baseiam na neutralidade da operadora (carrier neutrality). E na ultraconectividade, para suportar o acesso global aos dados e sistemas corporativos.

Assim, têm maior capacidade de evitar o grande temor geral: o downtime – ou inatividade do Data Center.

E a importância desse atributo cresce conforme as empresas ampliam a dependência de acesso ao informações. E também de sistemas em cloud, para garantir a continuidade das operações.

A migração para o Colocation pode garantir as ferramentas adequadas para a resiliência do Data Center frente ao trabalho remoto. Inclusive, o acesso a qualquer sistema crítico que, em outras situações, não poderia não ser alcançado virtualmente.

Colocation: redundância, resiliência e alta disponibilidade

Crimes virtuais, desastres naturais ou incidentes provocados pelo homem – nenhuma dessas ameaças são interrompidas diante de uma pandemia global. Pelo contrário. Como exemplo, os ataques cibernéticos cresceram 131% em março de 2020, impulsionados pelo home office

Por isso, a redundância do Data Center – seja para back-up ou como solução de disaster recovery – nunca foi tão vital. Em especial, diante do afrouxamento da condição de isolamento social e da permanência da força de trabalho no modelo totalmente remoto.

Para garantir a eficiência operacional da organização é preciso investir em uma infraestrutura replicada — física ou virtualizada. Isso porque, com a redundância, caso um roteador (por exemplo) venha a falhar, um substituto imediatamente entra em funcionamento, assegurando a continuidade das operações.

Com isso, a instabilidade, muitas vezes, torna-se imperceptível ao usuário.

Eficiência energética: alta disponibilidade a custo reduzido

Como os picos de tráfego continuam sendo observados, os melhores provedores de Colocation ainda lançam mão de fontes de alimentação alternativas para garantir a disponibilidade dos seus servidores.

O desafio da estabilidade, conciliada com a redução de custos, exige tecnologia de ponta. Por isso, os centros de dados precisam lançar mão do que há de mais moderno em equipamentos e gestão energética.

Os Data Centers ODATA oferecem um dos menores PUE (Power Use Effectiveness, ou eficiência do uso de energia) do mercado. Conta com as melhores práticas operacionais, equipamentos modernos e métodos de design avançado para consumir o mínimo possível de energia. Assim, reduz os custos para o cliente e o impacto no planeta.

A planta energética compreende uma linha de transmissão dedicada em alta voltagem de 88kV/ 138kV, com dupla alimentação e subestação própria redundante de 20MVA. Assim, produzem energia de melhor qualidade.

O site conta com geradores de última geração, UPSs estáticas redundantes e de alta capacidade.

Há, ainda, tanques de diesel de grande armazenamento, que conferem energia ininterrupta e independente da rede elétrica. O objetivo, acima de tudo, é garantir que sistemas de missão crítica nunca parem.

Por fim, utiliza energia solar para a iluminação da área de escritórios.

Exposição de profissionais na manutenção dos Data Centers

Outro ponto essencial a ser ponderado na crise do novo coronavírus é a exposição de profissionais ao risco de contágio. Já que os Data Centers foram alçados à condição de serviços essenciais, a manutenção das estruturas demanda cuidados constantes.

Com isso, onera proprietários de centros de dados on-premise que mantém a presença de equipes no local. Esse despêndio se dá quer tanto em termos de custo/hora quanto de riscos trabalhistas).

As empresas devem garantir a existência de planos comprovados para minimizar a exposição do pessoal de suporte.

O Uptime Institute, inclusive, elaborou um guia para ajudar os operadores de estruturas de missão crítica a responder ao impacto da doença. Assim, deu dicas para ajudar a se preparar para futuras epidemias, refinando estratégias e procedimentos.

O relatório gratuito COVID-19:Minimizing critical facility risk, detalha as recomendações e possíveis próximas etapas.

Colocation: protegendo seus colaboradores

E para endereçar essa questão o Colocation, mais uma vez, se destaca como a solução mais indicada.

Isso porque, ao fazer a transição do Data Center on-premise para infraestruturas de Colocation, a empresa contar com soluções de suporte especializadas. E o melhor: virtualizadas. Entre elas, os smart & remote hands, que minimizam amplamente os riscos de contágio.

Uma equipe de especialistas é mantida no local (24x7x365) para lidar com qualquer necessidade de manutenção, virtualização ou expansão de servidor. Além disso, também fica disponível para solucionar qualquer problema de equipamentos críticos.

Conclusão

Em todo o mundo, organizações estão buscando maneiras econômicas de garantir a colaboração remota de sua força de trabalho. Esta é uma orientação essencial para superar os limites da crise da Covid-19.

Assim, garantir a disponibilidade, segurança e eficiência de gastos figuram entre as principais preocupações das empresas. Manter o bem-estar do pessoal deve vir em primeiro lugar, com a estabilidade da operação logo em seguida.

Nunca foi tão importante trabalhar em conjunto, mesmo à distância, para manter as pessoas seguras.

Desse modo, ao modernizar seus Data Centers, as empresas podem acelerar em suas jornadas de transformação digital enquanto planejam o futuro.


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