Cloud 2.0 e suas vantagens para o negocio

Cloud 2.0: Colocation como alicerce para a nova geração da nuvem

Leitura de 7 min
01/07/20

A empolgação e o interesse em torno da nova geração da nuvem – chamada de Cloud 2.0 – confirmam o sucesso da primeira. E, ao mesmo tempo, reforçam a necessidade de torná-la mais estratégica para os negócios.

A verdade é que a invasão das tecnologias disruptivas no dia a dia das e pessoas e dos negócios revela que a cloud computing (ou computação em nuvem) – uma das principais buzzwords da última década – inegavelmente continuará impactando a próxima.

Mas afinal, que tipo de infraestrutura é necessária para que a cloud computing possa rodar?

E, efetivamente, que vantagens a Nuvem 2.0 pode trazer ao seu negócio?

Para entender melhor esse movimento, convidamos Joel Amadio e Thiago Pongelupe, dois especialistas da equipe ODATA, para um debate que baseou a elaboração deste artigo.

Siga conosco e fique por dentro dessa tendência global.

Cloud computing no Brasil: cenário atual

Como vimos, a alocação de aplicações em nuvem cresce rapidamente, à medida que a evolução digital se torna prioritária para organizações de todos os tamanhos e segmentos, em todo o mundo.

Hoje, o mercado está mais aberto, repleto de soluções que apresentam resultados mais efetivos e melhor usabilidade quando são aportadas em cloud.

E nessa passada, as tecnologias exponenciais da Sociedade 5.0 – impulsionadas pelo desenvolvimento das cidades inteligentes e sustentadas pelo 5G -, têm demandado o aprimoramento das plataformas virtualizadas.

A esta transformação dá-se o nome de Cloud 2.0 – a nova geração da nuvem.

Diferença entre Cloud 1.0 e Cloud 2.0

A nuvem 1.0 quebrou paradigmas e deu início a diversos conceitos, principalmente em relação à abstração de hardware. Contudo, ainda enfrenta certas limitações de negócio.

A versão 2.0 já é realidade e aprimora a anterior em diversos aspectos, especialmente ao direcionar seu foco ao negócio, não à plataforma em si.

E apesar de não haver uma categorização universal que distingua ambas as eras da nuvem de forma clara e padronizada, o termo ‘Cloud 2.0’ pode ser definido como um novo mecanismo com desempenho, eficiência e velocidade muito mais fortes (velocidade de carregamento, transações e velocidade de conversão).

E assim como todo upgrade, traz atualizações e aumenta a eficiência das funções.

A Cloud 2.0 conta com uma infraestrutura orientada por inteligência, que aperfeiçoa tanto a segurança quanto a análise de dados. E, desse modo, baseia novos modelos de negócios.

Mas afinal, o que é Cloud Computing?

Ainda em 2013, um estudo publicado pela McKinsey Global Institute destacou a cloud computing como uma das “Tecnologias disruptivas que transformarão a vida, os negócios e a economia global até 2025”.

Muita gente se refere à nuvem computacional como uma espécie de “entidade cibernética” responsável por hospedar informações pessoais e corporativas, mas efetivamente, não faz ideia do que é necessário para que ela exista.

Para realizar as vantagens da Cloud 2.0 para os negócios vale, antes, ‘voltarmos uma casa’ e entendermos a raiz da computação em nuvem.

Conforme definição da mesma consultoria:

“Cloud Computing é o uso de recursos computacionais (hardware e/ou software) para fornecer serviços pela Internet ou por meio de uma rede”.

Na prática, a infraestrutura de nuvem não é diferente das bases típicas de um Data Center físico – a não ser pela ausência de hardware. Como solução virtualizada é oferecida como serviço, consumido pela Internet a partir de qualquer lugar do mundo.

Assim, pode-se dizer que recursos computacionais, servidores, equipamentos para armazenamento eletrônico de dados e soluções de segurança são os principais componentes de uma infraestrutura de nuvem.

Senta que lá vem transformação

E se cada vez mais as infraestruturas de TI precisam se guiar pelos objetivos do negócio, criar modelos, revisitar conceitos e garantir maior competitividade são premissas fundamentais.

Para atender às novas demandas e sustentar o desempenho da empresa na era da Cloud 2.0, a infraestrutura organizacional precisa estar sempre pronta para modificações, proporcionando crescimento e elasticidade de forma dinâmica, competitiva e ágil.

Diante desse cenário, corporações e provedores de serviços já se mostram positivamente inclinados à adoção de arquiteturas híbridas, como forma de dar suporte à sua evolução digital.

Assim, a tendência é combinar Data Centers locais a serviços de Colocation e à cloud computing – seja construindo infraestruturas de nuvem privada ou hospedando parte dos workloads em ambientes de nuvem pública.

Colocation como alicerce para a Cloud 2.0

À medida que mais trabalhos de missão crítica se deslocam para estruturas remotas – como nuvens, provedores SaaS e até para a edge computing -, a conectividade à Internet oferecida atualmente será insuficiente para a realidade de grande parte das empresas.

Por isso, o Colocation – combinado a uma estratégia de nuvem híbrida -, tem despontado como solução ideal para apoiar o processo de virtualização das organizações.

O mercado global de Colocation atua como o suporte físico (instalações e redes) das soluções de valor agregado oferecidas tanto por empresas de computação externa quanto de provedores de hosting e cloud computing.

Em linhas gerais, o provedor de soluções de Data Center deve possuir conexões com os Cloud Service Providers (CSP) e prover meios de conexão e produtos aderentes.

E mesmo que muitos gestores de TI ainda não pensem no Colocation de forma estratégica, cerca de 30% das empresas já o utilizam na composição de uma infraestrutura de Data Center mista. E dessas, mais da metade o usam para disaster recovery.

O Colocation continuará sendo a base de muitas das Nuvens 2.0“,

Katie Broderick,
diretora de pesquisa da 451 Research.

Como a Cloud 2.0 e o Colocation caminham lado a lado

A eficácia do modelo de adoção da Nuvem sempre dependerá da estratégia de negócios da empresa (com relação à alocação da infraestrutura de Data Center em Opex ou Capex, por exemplo).

Os serviços de Colocation e as estruturas on-premise sempre serão importantes para as organizações, já que nem tudo é passível em rodar em nuvem – quer seja para abrigar um banco de dados ou algumas aplicações críticas.

É impossível falar em Cloud sem falar de Colocation. As estruturas físicas mantidas por provedores de serviços de Data Center (tais como a ODATA) são as que sustentam as infraestruturas de nuvem.

Em suma, as estruturas de Colocation são “as casas da Cloud”, principalmente na América Latina.

Fundamentalmente cloud não existe sem o ‘ground’. E este ground é o Colocation”.

Thiago Pongelupe

Como o Colocation pode habilitar sua entrada na era da Cloud 2.0

Tecnicamente a tecnologia de Nuvem 2.0 já funciona bem, mas ainda resvala em questões como conectividade, telecomunicações, latência e confiabilidade. Por isso, contar com uma infraestrutura em Colocation na composição da virtualização do Data Center garantirá qualidade à operação.

Para uma empresa que ainda está em um ambiente 100% on-premise, a migração para a nuvem pode ser um processo complicado. Por isso, o Data Center como serviço jamais deixará de ser o suporte básico para que consigam se utilizar de recursos remotos.

Com relação ao processo de virtualização na prática, quando se fala em migração, existe sempre:

  • uma fase de mudanças e, depois
  • a etapa de regime.

Na fase de mudança, os itens a serem reavaliados (ou mesmo atualizados) precisam estar em uma estrutura de Colocation para que, em determinado tempo, com o time pronto, sejam reduzidos ou migrados em sua totalidade para a nuvem.

O Colocation é uma opção importante, ainda, para organizações que precisam manter parte de seus serviços em estruturas locais, seja por compliance, por estratégia de segurança no modelo tradicional, ou por custos, pois nem todas conseguem administrar o próprio ambiente.

Soluções híbridas são – e continuarão sendo – uma realidade.

De qualquer forma, tudo deve ser avaliado com base critérios claros, visto que a Tecnologia da Informação é fundamental em qualquer organização.

Como encontrar o melhor parceiro para sua estratégia de Cloud 2.0

Assim como se deve contar que seu parceiro de nuvem cumprirá SLAs, qualidade de atendimento, agilidade e eficiência na resolução de problemas e requisições, o mesmo deve ser cobrado do provedor de Colocation.

Importantes atributos como agilidade e ultraconectividade, além do negócio do cliente como norte, a ODATA dispõe de flexibilidade técnica e comercial essenciais para habilitar a nova geração da nuvem.

Nossa equipe se dedica a prover um ambiente seguro, eficiente e conectado em toda a América Latina. E, por meio dos nossos parceiros, entrega um serviço de qualidade e clientes que estão movendo seus workloads para a nuvem.

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