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Setor deve manter ritmo de expansão anual em 10%

O crescimento da computação em nuvem e a terceirização de serviços de tecnologia da informação estimulam os investimentos de fornecedores de datacenter. A Frost & Sullivan calcula que até 2022 o setor mantenha ritmo de expansão anual de 10,4%. "O principal acelerador são os provedores de cloud que têm demandado infraestruturas locais", confirma o gerente de TIC da empresa, Renato Rosa. "E a região ainda possui muita infraestrutura em instalações próprias que será migrada para datacenters tradicionais ou ambiente de nuvem."


"Os mega provedores globais empurram a demanda", concorda Pietro Dalai, gerente de consultoria e pesquisa da IDC Brasil. Ele estima índices de crescimento de nuvem entre 20% (software como serviço, ou SaaS) e 40% (infraestrutura como serviço, IaaS), enquanto a terceirização fica pouco acima de 10% ao ano.


Os investimentos são parrudos. Serviços de nuvem e terceirização demandam "colocation", fornecimento de
espaço e infraestrutura de energia e ar-condicionado, e hosting, com acréscimo de máquinas alugadas. São prédios com pisos elevados capazes de suportar até uma tonelada de equipamentos por metro quadrado e geradores com motores com mais de 12 cilindros, lembra Dalai.


A Telefônica lançou este mês nova fase de seu datacenter em Santana do Parnaíba (SP), inaugurado em 2012 com investimentos de R$ 400 milhões. O centro agora recebeu R$ 125 milhões para duplicar sua área para 4,6 mil m2.


A Odata já consumiu R$ 150 milhões dos R$ 400 milhões previstos para seu datacenter modular Tier 3 no Brasil e promete investir mais US$ 100 milhões em unidade na Colômbia. A Ascenty ampliou financiamento liderado por Itaú e ING de US$ 160 milhões para US$ 350 milhões para manter o ritmo de crescimento.


Nascida com foco específico em "colocation", prevendo a expansão da nuvem, a Odata construiu seu datacenter com capacidade para 12 salas de 315 m2 cada, suportado por unidade própria de alta tensão com 20 MVA, antes mesmo de fechar o primeiro contrato. Duas salas já estão ocupadas e outras duas estão em construção. A meta é manter 50% da ocupação com atacado, diz o diretor de vendas (CSO) da empresa, André Busnardo.


A Ascenty, por sua vez, construiu mais quatro datacenters no ano passado e hoje tem oito em operação: Campinas, Jundiaí, Hortolândia, Sumaré, no interior paulista, e Fortaleza, São Paulo 1 e 2 e Rio de Janeiro.


Outros três estão em construção em São Paulo e outros dois devem ser iniciados em 2019, um deles no Rio de Janeiro. Somados, já são cerca de 50 mil m2, 125 MVA em subestações próprias e mais de 4,5 mil quilômetros de fibra óptica em operação, com crescimento em 2017 estimado em 85%. "Podemos finalizar 2019 com mais de 13 datacenters no país", prevê o CEO da Ascenty, Chris Torto, que também mira outros mercados no continente.


Mesmo empresas de menor porte e portfólio diversificado investem na ampliação de datacenters próprios. A Matrix está aportando R$ 30 milhões para agregar até 2019 mais 1,2 mil m2 de piso elevado a área similar que já opera hoje.


Segundo o CEO, Eber Lacerda Junior, é o único datacenter Tier 3 da cidade de São Paulo e, embora metade das receitas seja "colocation" puro, sustenta serviços gerenciados e consultivos para clientes como T-System, Avianca e Vivara. No ano passado, o crescimento da empresa chegou a 45%, com receitas estimadas em torno de R$ 280 milhões.


A oferta de novos serviços é outra opção. A Locaweb, cujo faturamento deve chegar a R$ 400 milhões em 2018, adquiriu a especialista em gerenciamento de multicloud Cluster2GO por meio de sua unidade corporativa, que prevê crescimento de 35% este ano com a compra.


A Aceco, especializada em construção e serviços de manutenção e gerenciamento de datacenters, compensa a perda de receitas com a redução de investimentos públicos e privados em datacenters próprios nos últimos dois anos com serviços e novidades.


Entre elas, a plataforma de monitoramento e gestão (DCIM), com visão 3D completa e rastreabilidade via radiofrequência (RFID), segundo o diretor de soluções, Pascal Toque, que espera a retomada das construções e reformas no ano que vem. Outra que apoia os clientes que querem manter datacenters em casa é a Oracle.


Segundo o presidente da empresas, Rodrigo Galvão, além de inaugurar no ano passado seu segundo datacente local em infraestrutura de terceiros, voltado a IaaS e plataformas como serviço (PaaS) - o primeiro, inaugurado em 2015, sustenta softwares (SaaS) -, a marca criou soluções como máquinas fornecidas como serviço para nuvens privadas ou híbridas e usa inteligência artificial para automatizar plataformas como autonomous database cloud (banco de dados autônomo em nuvem).


 

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