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Força da indústria mantém interesse dos fundos em alta


Por Martha Funke  | De São Paulo


O potencial de crescimento e a atratividade do mercado brasileiro de datacenter mantém em alta o interesse de fundos e players internacionais. No início do ano, o chairman da americana TechxAct, G. H, Paryavi, anunciou em Campinas (SP) intenção de implantar datacenters como hubs para armazenamento e administração de dados de clientes mundiais em Campinas e Sorocaba, com investimentos estimados em R$ 12,8 bilhões. Em maio, foi a vez da área de infraestrutura do Pátria Investimentos anunciar a criação da Odata.


A novata mira o segmento de colocation no atacado com oferta parruda de espaço, energia e refrigeração para atrair clientes gigantes, entre fornecedores de serviços de nuvem (CSP, na sigla em inglês) do porte de Google, AWS e operadoras de telecomunicações. O projeto de estabelecimento de uma rede latinoamericana de datacenters começou com a construção da primeira unidade em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, que deve consumir em torno de R$ 450 milhões, entrar em operação até março de 2017 e ser o primeiro de cinco centros previstos para os próximos sete anos.


O novo datacenter Tier III terá 13,5 mil metros quadrados de área construída, com 5,3 mil de piso elevado em terreno de 23 mil metros quadrados e alta densidade são 1,5 mil racks, com média de 1 kva por rack. A disponibilidade de energia será sustentada por uma subestação de abastecimento de 20 megawatts e tanques de diesel suficientes para garantir até quatro dias de abastecimento. O foco em prédios densos com disponibilidade e eficiência energética e a mira em um segmento específico de clientes são diferenciais da nova empresa. O projeto é assinado pela especializada espanhola Quark, da Aceco Ti, que tem no portfólio projetos como o datacenter da PT Telecom em Covilhã.


Embora as aquisições ainda estejam no horizonte, na Colômbia a empresa já tem projeto básico e terreno identificado e também deve iniciar atuação da mesma forma. No Brasil, a empresa mira outras opções além de São Paulo, como Rio de Janeiro, Campinas e, no Nordeste, cidades como Recife ou Fortaleza. No exterior, o próximo passo é o Chile.


"Vimos oportunidade de suprir um nicho em um mercado em crescimento com infraestrutura escassa. O investimento tem em projeto quatro ou cinco prédios", diz Alário, exdiretor de investimentos da Intel Capital, familiarizado com a área de infraestrutura e com o segmento de datacenter. Na Intel Capital, Alário foi responsável pela conclusão de mais de 30 transações nas áreas de telecomunicações, mídia e indústria de TI na América Latina. Uma delas é a Mandic, especialista em serviços de cloud que recebeu aporte da hoje sócia controladora Riverwood em 2012 e da Intel em 2013.


Para o CEO da Mandic, Maurício Cascão, depois de dois anos de um contexto de mercado particular, as perspectivas de retomada que começam a surgir podem indicar nova movimentação de investidores e fundos em infraestrutura de datacenter. "Tendências como a redução da aquisição de equipamentos em prol de contratos de serviços devem se manter e o datacenter será mais necessário", aponta.


A própria Mandic, que usou os aportes anteriores para adquirir empresas que reforçassem a carteira de clientes e investir em infraestrutura, deve sair às compras de novo em breve já que, segundo Cascão, o momento é oportuno porque há disponibilidade de empresas baratas graças a níveis de crescimento tímidos. "Da mesma forma como os fundos conversam com outras potenciais investidas, estamos conversando forte com parceiros", diz.


Mas a movimentação não fica restrita às grandes empresas. Segundo presidente da Desenvolve SP, Milton Santos, a instituição tem sido procurada por pequenas empresas do segmento e hoje tem na carteira cinco operações de crédito no valor de R$ 4 milhões.


As financiadas estão localizadas nas cidades de Ribeirão Preto, São José dos Campos e São Paulo e utilizaram recursos das linhas Incentivo à Tecnologia (da Desenvolve SP), MPME Inovadora (do BNDES) e Inovacred (Finep) para projetos de desenvolvimento, pesquisa e inovação de produtos, processos e serviços, incluindo estruturação de modelos computacionais, desenvolvimento de hardware e software e aprimoramento de sistemas de refrigeração.


** Errata: A informação sobre a densidade média de kVAs por rack saiu equivocada na matéria acima. A informação correta é de 7kVAs por rack.

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