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Datacenter investe em capacidade e diversifica serviços

01/03/2019

Ana Luiza Mahlmeister
Para o Valor, de São Paulo


Armazenamento Crescimento exponencial do tráfego de dados pede ampliação e novas unidades 


Para suportar a migração de sistemas para a nuvem e o crescimento exponencial do tráfico de dados, os datacenters tiveram que se reinventar. Empresas instaladas no Brasil ampliaram capacidade de processamento e fornecedores como Microsoft, Google, AWS, Angola Cables e Lenovo abriram unidades locais como base de atendimento de toda a América Latina.


A Google Cloud, que inaugurou seu datacenter no fim de 2017, cresceu 330% até o ano passado atendendo principalmente a indústria tradicional e setores regulados. “Estas empresas já fazem uso de diferentes tecnologias, desde servidores virtuais até uso intensivo de soluções de ‘big data’ e inteligência artificial, para consolidar e interagir com dados oriundos de diferentes sistemas e formatos”, diz Marlon Kotai, engenheiro de vendas do Google Cloud.


Para o transporte de dados a empresa apostou na expansão da rede privada por meio dos cabos submarinos Monet, Tannat,Junior e Curi, além de investir US$ 140 milhões na expansão do datacenter no Chile que, com o de São Paulo, atende clientes da região.


O Brasil também foi a escolha da Angola Cables para ampliar presença no continente. A operadora de cabos submarinos inaugura neste mês um datacenter tier III, o Angonap, na Praia do Futuro, em Fortaleza (CE), com previsão de crescimento de dois dígitos no primeiro ano de operação. “Estar em Fortaleza traz vantagem competitiva para empresas do Nordeste que contratarão com hub de tráfego internacional próximo para expandir negócios”, ressalta António Nunes, CEO da Angola Cables.


Além da abertura de unidades, os datacenters estão ampliando infraestrutura. A Ascenty, que presta serviços de colocation – alocação de servidores próprios em datacenters de terceiros -, vai dobrar capacidade instalada com a abertura de oito unidades, totalizando 16 no país. Conta com rede própria de fibra óptica com mais de 4,5 mil km para interconectar datacenters próprios, os de mercados e provedores de telecomunicações, além de ser um ponto de troca de tráfego (PPT) em São Paulo, Campinas e Fortaleza, diz Marcos Siqueira, diretor de serviços.


A ODATA, que tem uma unidade em Santana de Parnaíba (SP), iniciou obras em um novo campus em Hortolândia (SP) voltado para grandes volumes de processamento, cuja a primeira fase está prevista para operar em janeiro de 2020. Outra unidade em construção está em Bogotá, na Colômbia, diz o diretor comercial, André Busnardo.


A conexão entre nuvens públicas e privadas foi o serviço de maior crescimento em 2018 entre os clientes da UOL Diveo. “Ampliamos a atuação como especialistas em migração, não importa qual seja, e, ao mesmo tempo, abrigamos em nossos datacenters – mais de 30 mil m² de área construída – provedores de soluções com serviços de suporte e desenho da arquitetura”, afirma o chief technology officer (CTO) Cleyton Ferreira.


A locaweb espera dobrar o número de clientes que adotam cloud; 25% já usam alguma solução nesse ambiente, diz Diego Santos, especialista em computação em nuvem da Locaweb Corp.


A inteligência artificial e a internet das coisas têm impulsionado a adoção da nuvem Azure, da Microsoft, que conta com datacenters em mais de 140 países, incluindo o Brasil. “Em escala global, a receita de produtos de servidores e nuvem da companhia aumentou 24% com a adoção da Azure”, diz João Nunes, diretor de nuvem da Microsoft Brasil.


Com um datacenter no Brasil desde 2011 a Amazon Web Services (AWS) trabalha com o conceito de regiões com infraestrutura em 20 locais. A receita global no quarto trimestre de 2018 aumentou 45% totalizando US$ 7,4 bilhões, com destaque para sistemas de Internet das Coisas (IoT) e indústria 4.0. “Entre nossos diferenciais está o armazenamento praticamente ilimitado, capacidade de computação de alto desempenho e escalável conforme a necessidade de processamento dos clientes”, aponta Eduardo Horai, head os solutions architecture da AWS.


Em abril do ano passado a Lenovo consolidou sua operação no país com o Lenovo Data Center Group (DCG) que oferece serviços por meio de uma rede de parceiros. O country manager Rodrigo Guercio destaca a oferta de hardware como serviço e uma solução definida por software para o gerenciamento de servidores.

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