Imprensa

Confira a seguir algumas matérias na imprensa em que ODATA teve destaque:

Data center de R$ 400 milhões da Odata no Brasil começa a operar em março

18 de janeiro de 2017

Até o início de março, o grupo Pátria Investimentos, um dos principais gestores de fundos de private equity (que compram participações em empresas) da América Latina, deve colocar em operação o seu primeiro data center no Brasil, fruto da criação em junho do ano passado da Odata, empresa de terceirização da infraestrutura de TI no modelo de colocation de data center.

Localizado em Santana de Parnaíba, cidade da região metropolitana de São Paulo, o data center teve investimento inicial de R$ 150 milhões e, quando estiver 100% em operação, terá consumido R$ 400 milhões. O projeto, que ainda terá mais uma fase, segue o padrão para certificação Tier III, que atende os mais altos padrões de eficiência energética e de conectividade. Segundo a empresa, quando estiver finalizado, o data center estará pronto para receber estruturas de cloud robustas e contará com sistemas de resfriamento de ambientes críticos com redundância, além de processos de segurança e controle complexos e automatizados, entre outras características técnicas.

“Chegamos para atender um mercado que passa por grandes mudanças, mas com ótimas perspectivas no Brasil e América Latina. Com a tendência irreversível para a computação e armazenamento em nuvem, além da evolução de oportunidades como a Internet das Coisas, big data e inteligência artificial, sabemos que o tráfego de dados  crescerá a taxas muito altas nos próximos anos. Consequentemente, também é crescente a necessidade de locais físicos com as características ideais para a instalação de servidores, com garantia de pleno funcionamento”, avalia Ricardo Alário, CEO da companhia e um dos idealizadores da tese junto ao Pátria Investimentos.

Segundo ele, a Odata nasceu para antecipar-se a este movimento e estabelecer um elevado padrão de qualidade para os mercados brasileiro e latino-americano. Alário toma como base projeções que mostram que, até 2018, o tráfego de dados móveis deve chegar a 1.200 exabytes, o equivalente a 11 vezes o volume registrado em 2013. Portanto, o mercado de cloud, até 2020, deve movimentar cerca de US$ 160 bilhões, demandando um grande crescimento do setor de data centers.

“No Brasil, estamos em um período de transição entre os data centers tradicionais e os cloud data centers. Enquanto na Europa, por exemplo, conseguimos mapear mais de mil data centers de colocation, no Brasil como um todo, conseguimos somar no máximo 35. Nos Estados Unidos, este número supera a 1,5 mil. Nossos data centers chegam para atender este mercado”, completa Bruno Pagliaricci, diretor de tecnologia (CTO) da Odata.

Para a instalação do data center, o DC SP01, a empresa avaliou mais de 150 imóveis em diversas regiões de São Paulo. O escolhido, por reunir todas as características necessárias para o negócio, foi um terreno de 23 mil metros quadrados, localizado em Santana de Parnaíba. Além da localização estratégica junto ao principal centro econômico do país, a área atende todos os requisitos em termos de energia, segurança e telecomunicações.

Projetado pela empresa Quark-Aceco, referência no segmento, o espaço conta com ampla disponibilidade de energia, com substação própria de 20 MVA, completa automação de controle de acesso, gerenciamento integrado de todas as instalações prediais, conectividade com diversas empresas de telecomunicações, operação própria e time de manutenção on-site. “Pensar nos detalhes e na qualidade de todos os equipamentos e distribuição das áreas nos data centers são fundamentais para atender nossos clientes com flexibilidade, que tem demandas distintas entre si”, completa Pagliaricci.

A Odata também investiu em tecnologias para diminuir o consumo energético, como por exemplo, a refrigeração dos ambientes críticos são feitos com equipamentos que utilizam “indirect free cooling”,  método que utiliza a baixa temperatura externa do ar para auxiliar na refrigeração. “Além disso, toda a obra é desenvolvida dentro dos padrões definidos pelo Green Building Council. O nosso objetivo é obter a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) Gold, com base nos princípios de sustentabilidade aplicados à construção”, afirma Alário.

A empresa também tem como meta a construção de  expansão para América Latina e as negociações na região já iniciaram. Países como Colômbia, Chile, Argentina, Peru e México estão entre os mercados alvo no curtíssimo e médio prazo. “O nosso objetivo é sermos reconhecidos pela qualidade dos serviços prestados e da infraestrutura oferecida. Reunimos um time com expertise ímpar no segmento para criarmos uma nova referência para o mercado brasileiro”, finaliza Alário.

00169_Vista_3D_9

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Computer World